sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Ha, seu Osvaldo...



Ao falar em Baile Nostalgia não se pode deixar de mencionar em Osvaldo Pereira, o 1º DJ do Brasil, o 1º maestro eletrônico que tocava músicas de época com seus aparelhos e caixas acústicas, os mais variados estilos musicais, desde aqueles mais nostálgicos até os mais  contemporâneos.Há mais de 50 anos, seu Osvaldo iniciava sua carreira de até então Disque-Joquei, na qual pilotaria seu toca-discos de "alta fidelidade", tendo como lema a seguinte mensagem: “O DJ deve ter sensibilidade para mostrar o que o pessoal quer dançar”.

História
Aos 22 anos, em 1954, após completar um curso por correspondência de rádio e TV promovido pela National School, dos EUA, seu Osvaldo ganhou um emprego na Eletro Fluorescentes Arpaco Ltda., loja de equipamentos eletrônicos no nº 209 da r. Guaianazes, na esquina com a R. Vitória, em São Paulo.O dono do estabelecimento, um armênio simpático que falava cinco línguas e atendia por Sharom, foi com a cara do tímido Osvaldo e delegou-lhe uma importante tarefa: “Ele queria que montássemos amplificadores de alta fidelidade, que estavam chegando ao mercado”.


A abastada clientela de Sharom voltava das viagens ao exterior com equipamentos de última geração e levava à loja para que Osvaldo montasse e construísse caixas de som adequadas. “Nós aproveitávamos para tirar cópias do diagrama [a estrutura do equipamento e suas peças]. Aí fazíamos nós mesmos aparelhos iguais e vendíamos na loja.”Apaixonado por música, seu Osvaldo aproveitou o conhecimento adquirido na loja para construir seu próprio equipamento de som: um sistema de som de alta fidelidade.

Orquestra Invisível
Com o potente aparelho, em meados de 1958 ele foi convidado a colaborar com o som de casamentos e de aniversários na região da Vila Guilherme (zona norte de SP). Ali passou a ficar como “efetivo” no manuseio das bolachas.Era ele quem comandava as músicas do início ao fim das festas e utilizava seus toca-discos para embalar e os donos de salão solicitavam faixas dos discos que queriam ouvir, sem critério, ordem ou constância com o intuito de apenas animar a festa.

No ano seguinte, foi chamado para tocar em um “piquenique” em Itapevi (Grande SP) - entre aspas porque esse piquenique não envolvia cesto de comida, toalha na grama e clima romântico. “Piquenique era uma espécie de rave da época.”

A fama de Osvaldo Pereira crescia no circuito “clubber” da São Paulo do final dos anos 50. Ganhou o cargo de DJ oficial do Club 220, que rolava nas tardes de domingo no 17º andar do edifício Martinelli, centro de SP. Batizou suas performances de Orquestra Invisível Let’s Dance -depois alterada para High Fidelity Let’s Dance. O passo seguinte foi uma residência aos sábados à noite no salão Ambassador (hoje Green Express), na av. Rio Branco.

A carreira de DJ de seu Osvaldo durou dez anos. Em 1968, deixou os toca-discos para trabalhar na Philco para sustentar a mulher e os cinco filhos (depois, casou-se novamente e teve mais dois filhos).

Após 1968, ele voltou a discotecar por duas vezes. No lançamento do livro “Todo DJ Já Sambou”, em 2003, e em uma noite no extinto clube Soul Sister, no Itaim Bibi,em2005. Hoje aos 73 anos, Osvaldo Pereira volta a pilotar um toca-discos em bailes e, junto com seus discípulos, os filhos DJ Tadeu e DJ Dinho, não deixam a musica parar, continuando a fazer todos curtirem os bailes e o agito de antigas e novas gerações.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

O Colapso na Indústria do disco - Por Kid Vinil



Não é de hoje que existe essa discussão em torno do fim do CD fisicamente. Aqui no Brasil, a coisa já caminha para isso há um bom tempo. Lá fora o que está acontecendo é uma reviravolta na indústria do disco.Recentemente, divulgaram informações de que no ano passado houve um certo crescimento na venda de discos de vinil (os famosos bolachões que perderam espaço para o CD no final da década de 80). Hoje, em plena era do download, o vinil volta como um artefato "cult" para colecionadores. Em 2008, o mercado americano apresentou um pequeno crescimento na venda de LPs, um dos campeões de venda foi o álbum "In Rainbows" do Radiohead. 

Engordando essa lista dos mais vendidos encontramos ainda os álbuns dos Beatles, o relançamento em edição dupla de "Thriller", do Michael Jackson, e o LP "Back to Black", de Amy Winehouse, dentre outros.Nesse conturbado mercado do disco, o selo americano Rhino Records, que pertence à Warner, cria produtos especiais em edições limitadas. Os dois mais recentes são uma caixa da clássica banda britanica dos anos 80, The Smiths. Nessa edição chamada "Singles Box" o fã vai encontrar 10 compactos de vinil de 7 polegadas, um pôster e alguns badges. Uma edição limitada de 10 mil cópias para os aficcionados e colecionadores.O segundo artefato saiu esta semana, uma caixa de 4 CDs, limitada também em 10 mil cópias do famoso selo britânico Factory Records. Essa gravadora da cidade de Manchester na Inglaterra foi fundada no início dos anos 80 e lançou gente famosa como Joy Division, New Order e Happy Mondays.Com toda essa reviravolta no formato físico, a indústria lá fora tenta se manter criando produtos especiais, como os citados acima, que pelo menos garantem suas vendas.Hoje o lema é pensar pequeno.

O termo "Megastore" para lojas de discos está perdendo sua força, tanto que semana passada anunciaram o fechamento em abril de uma das maiores lojas de discos do Planeta, a Virgin Records, na Times Square, em Manhattan,NY.O grupo Virgin já vinha mal das pernas há algum tempo, em Londres as atividades da Virgin como gravadora estão cada vez mais reduzidas. E pensar que no final dos anos 80 eles lançavam o Sex Pistols e toda uma geração do pós punk e da new wave britânica. Um império que começou de uma simples lojinha de discos e um pequeno selo que lançava um disco progressivo chamado "Tubular Bells" de um músico inglês chamado Mike Oldfield, em 1973.Graças a esse clássico do rock progressivo e milhões de cópias vendidas pelo mundo, a Virgin Records foi cresecendo e virando aquela potência que muitos conheceram na década de 90. Mas onde foi que eles erraram? O vôo foi alto demais?

Talvez, porque a Virgin virou até empresa aérea e esqueceu de sua atividade principal, "o disco". Na verdade, a Virgin perdeu espaço para os novos independentes como a Domino Records, por exemplo, que hoje pode ser considerada a maior gravadora independente inglesa. No seu catálogo, a Domino tem as duas mais importantes bandas de rock do momento: o Arctic Monkeys e o Franz Ferdinand.

Este último lança semana que vem um dos mais aguardados discos de 2009, o álbum "Tonight".Se o importante é pensar como "micro empresa" a Domino Records está no caminho certo. Com uma estrutura enxugada e sem pensar em vôos arriscados a gravadora consegue hoje os melhores resultados no circuito independente do rock inglês. No inicio desta semana, a Domino Records fez uma ação de marketing que vai repercutir e muito na imprensa inglesa. 
O laçamento do novo single do Franz Ferdinand acontecerá na nova loja da rede independente Rough Trade.Num email para o seu mailing de clientes, a Rough Trade anuncia o show de lançamento do novo single do Franz Ferdinand, dentro da loja com limitação para 250 pessoas. Para isso, o cliente da loja deveria durante o dia comprar os três formatos do single "Tonight", que são dois compactos em vinil de 7 polegadas e um CD single, tudo isso por apenas 3.50 libras (menos de 15 reais). Isso daria direito a uma pulseirinha de identificação para a pessoa assistir ao show do Franz Ferdinand dentro da loja. Toda essa estratégia acaba criando o maior alvoroço no centro de Londres, pessoas fazendo imensas filas desde cedo pra conseguirem o passe e assistirem cara a cara o show do Franz Ferdinand.São essas pequenas ações que valorizam esse novo mercado do disco. 

Apesar de todos os fãs da banda já conhecerem as músicas novas através de downloads ilegais, porém difíceis de controlar pela gravadora, muitos ainda vão querer o formato físico em CD e vinil, pois a gravadora Domino criou algumas edições especiais de "Tonight" para atrair os compradores. Isso é apenas um exemplo de sobrevivência e de pouca ganância criado por um selo que tem seus pés no chão.

Se as grandes lojas ou as "megastores" estão fechando suas portas lá fora, as independentes como a Rough Trade, por exemplo, apresentaram um certo crescimento em 2008. Não se pode mais pensar em vender milhões de cópias, isso ficou no passado. Hoje a venda de discos é pulverizada na forma de edições limitadas a partir de 500 cópias tanto no CD como no vinil. Para isso é necessário - como eu disse - uma estrutura enxugada. Não existe mais espaço para as grandes lojas. Até mesmo as grandes gravadoras estão tentando se enquadrar nesse novo modelo.No ano passado as inglesas Sony e Universal ficaram de olho nesse mercado independente e contrataram artistas como a dupla The Ting Tings e o recente White Lies. Conscientes dessa retração do mercado do disco eles investiram em todos os formatos, principalmente o vinil.

A Sony começou lançado o Ting Tings sómente em compactos de vinil limitados e depois colocou os CDs à venda. A Universal recentemente colocou à venda dois compactos de vinil dos aclamados novatos do White Lies. Tudo isso para suprir as lojinhas independentes, que possuem muitos consumidores de vinil.E no Brasil, será que alguma dessas estratégias daria certo? Infelizmente não para o vinil, pois a única fábrica existente fechou suas portas no inicio de 2008.

No que se refere ao CD, as novas bandas só podem recorrer ao formato independente, pois as grandes gravadoras fecharam suas portas para as novas propostas. Temos até uma distribuidora para os independentes chamada Tratore, mas infelizmente o consumo de CDs caiu assustadoramente nos últimos anos. As razões todo mundo sabe, preço e poder aquisitivo do brasileiro. As coisas poderiam ser diferente se os preços fossem menores, haveria mais lojas independentes, e não como acontece agora, onde muitas estão quase à beira da falência.                                                                                                               

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Estilo Musical - Escolha o Seu !!!






HOUSE
A música House iniciou tudo. No início dos anos 80, Djs de Chicago e Nova York começaram a brincar com músicas de Kraftwerk, que misturavam velhas peças de disco e soul para depois fundi-las com o som de um novo aparelho eletrônico: a bateria eletrônica 808 da Roland (que encaixava perfeitamente em seus sets). O som limpo desses drums, combinado com as delicadas vozes do soul, deram às festas uma incrível energia que foi batizada com o nome de House, pois foi na discoteca The Warehouse de Chicago onde este tipo de música entrou em cena pela primeira vez. Esta música foi evoluindo e adquirindo esse som "feliz" que é sua principal característica, com acordes de piano, vocais femininos e linhas de baixo movimentadas. Este estilo chegou no seu auge no final dos anos 90, dando início a todos os demais gêneros dentro do estilo house que incluem mutações com os prefixos deep, funky, vocal, filtered, hard, dub e tek. Esses são apenas alguns. A música popularmente chamada de "Dance" geralmente se enquadra dentro do estilo House, e não dentro do estilo techno como muitas pessoas pensam.



SPEED GARAGE
Estilo criado por Armand Van Helden, onde misturam-se House-Garage com Drum´n´Bass. Nota-se um groove (batida) de house com o baixo forte, alongado e marcante do D´n´B. Normalmente usam vocais (extraídos do garage) destorcidos, filtrados e quase sempre repetitivos.

ACID HOUSE
O Acid House foi o passo seguinte para a evolução na história da rave, como um movimento. Ele se desenvolveu quando adicionaram ao house os sons do Roland TB-303: um sintetizador -baixo eletrônico- que ao acelerar e alterar suas freqüências, adquire um som líquido que foi denominado acid. O Acid House, ainda que tenha aparecido primeiro em Chicago, se desenvolveu até finais dos anos 80 na Inglaterra e foi o real gerador das festas rave -originalmente denominadas "acid parties"- que tiveram como pátria mítica a Ilha de Ibiza no verão de 87.

TECHNO 
As raízes do Techno são, inclusive, anteriores ao house pois foram grupos como Kraftwerk, Parliament Funkadelic, Afrika Bambaataa e Cybotron, os que criaram as bases da sonoridade eletrônica que a caracteriza. O termo "Techno" se atribui à cidade de Detroit, onde grupos -como 500- tornaram característico o som eletrônico gerado com instrumentos analógicos, como o Roland TR-808. Este estilo carece de vozes e se concentra principalmente no ritmo. O techno de Detroit conseguiu ser divulgado na Inglaterra e acabou adquirindo tons um pouco mais fortes, transformando-se finalmente em novos gêneros musicais, como o Acid Techno (que incorpora o acid da TB-303), o TekHouse (misturado com house), o HardTekno (mais forte), entre outros. Algumas Ramificações do Techno:

*ELECTRO: Resumidamente o Electro é um Techno com batida Miami, é um Miami Eletrônico.

*MINIMAL: É um estilo de techno repetitivo e como diz, minimalista, fechando em loops rotativos e fortes. O percussor da musica Minimal é o produtor e dj Jeff Mills.

*TECH HOUSE: Um techno mais trabalhado e com grooves empolgantes, na maioria tribais. Normalmente com samplers repetitivos e filtrados, talvez o mais "up" de toda a ramificação techno.

BREAKBEAT
O Breakbeat é mais conhecida como uma música que se caracteriza pelos samplers de ritmos hip-hop, funk e electro e que logo se modificam e alteram para criar os denominados "breaks". A cultura Breakbeat é extensa e tem suas raízes do techno do início dos anos 80 e o hip-hop. Ele alcançou sua expansão mais importante quando incorporou estes breakbeats ao hardcore techno, com suas tonalidades escuras e rápidas que pouco a pouco se transformaram em um novo estilo: o jungle, posteriormente denominado Drum'n'Bass. Mas de qualquer forma, o Breakbeat se manteve como um ritmo próprio e está começando a nutrir novas formas e sub-gêneros: o BigBeat (agitado e forte), o AcidBreak (com TB-303s), o EletroBreak (mais sintético), o FunkyBreak (com elementos funk) e alguns outros.

HARDCORETEKNO
É um techno um pouco mais forte e rápido, que combina elementos industriais e novas formas de armar os ritmos. É, digamos, o equivalente ao "heavy metal" do techno. Este estilo atraiu um novo tipo de pessoas às festas: o público industrial e metal. Também é a base sobre a qual desenvolveram outros gêneros, como o Jungle e, mais concretamente, o Gabber (muito acelerado e escuro, tipo dark), o Speedcore (ainda mais rápido e forte) e o SpiralTekno (que combina ritmos rápidos com sonoridades acid, techno e jungle).

JUNGLE (DRUM'N'BASS)
Originalmente denominado Jungle, é uma música cuja base rítmica são samplers de hip-hop e de reggae, acelerados e manipulados, que servem para construir um ambiente no qual predomina a utilização de instrumentos de percussão sobre uma base geralmente feita com baixos fortes e prolongados. O Jungle também incorpora elementos da cultura reggae e, muitas vezes, tem letras estilo hip-hop ou ragga. É assim que o jungle conseguiu um som predominantemente ragga, e o Drum'n'bass surgiu com cadências mais escuras para inspirar outros estilos, como o DarkStep (escuro, meio industrial), o TechStep (muito sintético), o JazzStep (melódico, jazzy), o Jump-up (muito agitada, simples e, ao mesmo tempo, forte) e outros.

AMBIENT
Brian Eno criou o som baseado no barulho da atmosfera. Ele nomeou de "Ambient" music, ou música que representa a experiência do espaço, mas que, em volta, requer um efeito espacial para ser experimentado completamente. 1979 compreende o lançamento do seu album "Music for Airports", e vários clássicos Ambientes também conhecidos. O Ambient é o mais "espacial" dos estilos de música eletrônica. Ele é bastante relaxante e suave, usando bastante eco e reverberação, não possui batidas. Se alguém chamar de Ambient e ele tiver batida, fale para ele que isso é Trance.

TRANCE
O Trance é um estilo criado do techno, só que um pouco mais suave e melódico. Não tem as vozes características do house mas conserva essa impressão "happy" existente nele. Sua progressão característica faz com que esse ritmo seja extremamente dançante e fácil de digerir. Por isso ficou rapidamente conhecido na Europa e deu uma mãozinha para outros subgêneros como o acid trance (com TB-303s) e o hard trance (mais forte).

PSY TRANCE
PsyTrance, pra quem não conhece, ai vai a definição:O Psytrance, estilo de música que mixa influências da cultura indiana com sons eletrônicos, vem sendo carro-chefe de dezenas de raves pelo mundo afora, linkando o movimento vibe com a exaltação à natureza e valorização do corpo, mente e espírito.

GOATRANCE
O Goa Trance é um estilo que está diretamente ligado às "acid parties" ao ar livre. Surgiu em Goa na Índia, lugar onde vivem muitas comunidades hippies e onde os europeus vão nas suas férias. Goa é um lugar legendário dentro da cultura psicodélica, refúgio de muitos hippies dos anos 60, que se cansaram da cultura e forma de vida das sociedades e se retiraram para essa paradisíaca praia para meditar. Essas pessoas começaram a celebrar festas psicodélicas, com misturas musicais que iam do acid rock ao reggae e também com esse novo som techno. Boa parte dos turistas que viajaram para Goa no início dos anos 90, levaram com eles a música trance e começaram a misturar com sons psicodélicos e assim criaram um novo gênero bem definido. O ritmo é bem parecido ao trance, mas as melodias e harmonias se tornaram mais complexas, pois são cheios de delays e sons psicodélicos. Com o tempo, o Goa Trance se transformou no que hoje chamamos de Psychedelic Trance, que é um pouco mais forte e rápido. Essa é uma cultura com um estilo bem diferente de festas, tendo como ponto forte as festas realizadas ao ar livre que duram até o amanhecer.

INDUSTRIAL
O industrial nasceu das experimentações dos alemães ainda na década de 60. Grupos como Can, o próprio Kraftwerk bem no início e Stockhausen já se utilizavam de elementos inusitados para suas composições como ferro-velho, loops de maquina de fabricas e o que mais a imaginação pode conceber... Ele é caracterizado por uma percussão pesada, melodias sintetizadas ou eletrônicas, vocais distorcidos e/ou manipulados e sons de objetos de metal. É um dos poucos estilos citados que tem um cantor.

TRIP-HOP 
Batida Hip Hop sem o vocal Rap, acrescida de efeitos eletrônicos (muitos tirados do DUB jamaicano) e elementos (e interpretações) dramáticas, quase teatrais de gente como PORTISHEAD ou P. M. DAWN. Surgiu em 1994 e também é conhecido como Downtempo. O Trip Hop é uma música essencialmente experimental, com ensinamentos do Hip Hop, Jazz e de Ambient.DANCE - Nome universal para House comercial (bastante popular). Musicalmente não tão interessante, porém de fácil assimilação, não tendo tanta complexidade sonora de estilos semelhantes. Se você é produtor musical e quer ganhar bastante dinheiro, este é "o" estilo!

TRIBAL
É uma música que incorpora elementos rítmicos e sons de culturas tribais, indígenas e em partes, da World Music. É bastante livre e aberto e pode se misturar também dentro de outros gêneros. Uma característica do Tribal é que ele é executado usualmente ao vivo, com instrumentos de percussão reais, somados com toda a aparelhagem eletrônica.